No sábado, passamos a tarde toda em companhia de amigos, conversando aqui, papeando acolá. Aproveitamos o dia, que estava lindo, com pessoas queridas. O que era para ser um café de no máximo uma hora, nos surpreendeu quando a noite começou a surgir. E foi muito bom, gosto de coisas simples da vida e estar cercada por gente que me faz bem, gente do bem.
Chegamos em casa às 20hs e pouco, tomei banho e fiquei esperando a novela começar. Nem sou noveleira, mas minha sogra, minhas amigas, todas assistem e comentam! E eu ficava boiando durante os comentários, então comecei a assistir também e estou curtindo! A próxima das 8 ( que é das 9 ) assistirei com certeza por causa da Deborah. Não perco mais nenhuma novela com ela. Nhá.
Combinei com minha amiga Dea que mora no mesmo prédio que eu, de aproveitarmos a piscina no domingão, então o trato foi o seguinte: quem acordasse primeiro, interfonava para a outra.
O interfone tocou às 9hs e pouco, acordei desejando dar continuidade no sonho. Dormi às 4 e pouco porque fiquei assistindo ‘Altas Horas’ e perdi completamente a noção do horário.
Passei bronzeador, decidi qual biquini usar e SOL!
Há meses que não fazia isso, meu. Minhas marquinhas já tinham sumido quase que por completas e eu estava me sentindo A branquicela. O sol estava forte do jeito que gosto, numa intensadade agradável, sem causar suor. A água da piscina estava geladíssima, boa pra refrescar. Enfim, ficamos até 14hs e pouco, não estou com a cor do pecado que tanto amo, mas já é possível notar a diferença, as marquinhas já deram o ar da graça. É preciso ter cautela, em outros tempos, teria tomado sol até ele se por, mas a Dea também achou melhor não abusarmos da boa vontade da pele.
Almoçamos em casa, macarronada feita pelo JP. Ele não foi na piscina, preferiu ficar em casa, mas ligou avisando que agitaria algo para nós três comermos.
Depois saímos e fomos tomar café.
Era para ser apenas um café, sem maiores emoções, mas quase morri de susto.
Estávamos sentados em uma mesinha externa que fica bem próxima da calçada. Estava muito calor, eu e a Dea fumamos, logo precisamos sentar em algum lugar onde nossas fumacinhas são aceitas. Estávamos conversando quando bem na frente de onde estávamos,pararam dois carros, sendo que o da frente parou do nada e o que estava bem atrás, quase não conseguiu frear. O cara do carro da frente saiu armado e foi em direção ao outro motorista.
Eu e outras pessoas – além de nós havia mais seis pessoas sentadas em outras mesas – presenciamos esta cena. Rolou uma muvuca, juramos que o cara fosse atirar porque ele estava muito nervoso. Escutei alguém dizendo: “É briga de trânsito.”
Foi a última cena que me lembro. Quando me dei conta, estava dentro da cafeteria, tremendo muito e chorando. Não me lembro da cena de levantar da mesa e entrar ali.
Vi o JP lá fora, “escondido” atrás de uma planta, olhando em direção aos carros. Não houve nenhum tiro. Dentro da cafeteria que estava cheia, todos estavam assustados. E se os caras entrassem também? Só Deus sabe o que poderia acontecer.
Depois de longos minutos, não sei quanto tempo passou, senti alguém me abraçando, era o JP e fiquei mais calma. Os carros tinham ido embora. Ninguém entendeu nada. Não sei se era briga de trânsito, assalto não era.
Voltamos para a mesa e sentamos novamente. Em seguida, uma funcionária, sem que eu pedisse, levou um copo de água com açúcar para mim. Minhas mãos tremiam muito. Água com áçucar é um lance psicológico, eu sei, mas fez efeito. Fiquei mais calma. Respirei fundo e tudo voltou ao normal aos poucos. Depois de alguns minutos, dois carros da PM pararam ali porque uma funcionária ligou no momento que estava acontecendo o lance. Dois policiais desceram e fizeram algumas perguntas, o JP e um senhor tinham anotado as placas dos carros e puderam ajudar com esta informação. O policial perguntou detalhes físicos do cara que desceu armado, eu o vi porque a visão de onde estava sentada era a mais ‘privilegiada’ para a cena. O PM disse que há pouco tempo atrás tinha tido uma ocorrência com o mesmo carro, o qual estava atrás.
Enfim, depois ficamos falando sobre esta violência louca com duas mulheres que estavam na mesa ao nosso lado e como temos que nos comportar diante estas situações. O JP disse que agimos errado porque na hora que todos começaram a levantar e entrar na cafeteria, o cara armado olhou em direção para onde estávamos já que do nada começou uma movimentação que chamou atenção dele.
Não sei o que era, não quero pensar no que poderia ter ocorrido. Graças a Deus, foi apenas um susto.
Quando cheguei em casa, ouvi o recado de uma amiga na secretária eletrônica e retornei a ligação, ficamos papeando. Depois, peguei o livro que minha sogra me emprestou para ler, mas não consegui me concentrar. No fim, dormi e acordei quase 22hs, pelo menos não perdi a matéria sobre o Chico Xavier que queria muito assistir no ‘Fantástico’. Não queria ter dormido e fiquei com medo de não conseguir dormir mais, mas assistimos ‘Hiper tensão’, enrolamos um pouco e o sono surgiu.
Espero que esta semana seja boa!
Chegamos em casa às 20hs e pouco, tomei banho e fiquei esperando a novela começar. Nem sou noveleira, mas minha sogra, minhas amigas, todas assistem e comentam! E eu ficava boiando durante os comentários, então comecei a assistir também e estou curtindo! A próxima das 8 ( que é das 9 ) assistirei com certeza por causa da Deborah. Não perco mais nenhuma novela com ela. Nhá.
Combinei com minha amiga Dea que mora no mesmo prédio que eu, de aproveitarmos a piscina no domingão, então o trato foi o seguinte: quem acordasse primeiro, interfonava para a outra.
O interfone tocou às 9hs e pouco, acordei desejando dar continuidade no sonho. Dormi às 4 e pouco porque fiquei assistindo ‘Altas Horas’ e perdi completamente a noção do horário.
Passei bronzeador, decidi qual biquini usar e SOL!
Almoçamos em casa, macarronada feita pelo JP. Ele não foi na piscina, preferiu ficar em casa, mas ligou avisando que agitaria algo para nós três comermos.
Depois saímos e fomos tomar café.
Era para ser apenas um café, sem maiores emoções, mas quase morri de susto.
Estávamos sentados em uma mesinha externa que fica bem próxima da calçada. Estava muito calor, eu e a Dea fumamos, logo precisamos sentar em algum lugar onde nossas fumacinhas são aceitas. Estávamos conversando quando bem na frente de onde estávamos,pararam dois carros, sendo que o da frente parou do nada e o que estava bem atrás, quase não conseguiu frear. O cara do carro da frente saiu armado e foi em direção ao outro motorista.
Eu e outras pessoas – além de nós havia mais seis pessoas sentadas em outras mesas – presenciamos esta cena. Rolou uma muvuca, juramos que o cara fosse atirar porque ele estava muito nervoso. Escutei alguém dizendo: “É briga de trânsito.”
Foi a última cena que me lembro. Quando me dei conta, estava dentro da cafeteria, tremendo muito e chorando. Não me lembro da cena de levantar da mesa e entrar ali.
Vi o JP lá fora, “escondido” atrás de uma planta, olhando em direção aos carros. Não houve nenhum tiro. Dentro da cafeteria que estava cheia, todos estavam assustados. E se os caras entrassem também? Só Deus sabe o que poderia acontecer.
Depois de longos minutos, não sei quanto tempo passou, senti alguém me abraçando, era o JP e fiquei mais calma. Os carros tinham ido embora. Ninguém entendeu nada. Não sei se era briga de trânsito, assalto não era.
Voltamos para a mesa e sentamos novamente. Em seguida, uma funcionária, sem que eu pedisse, levou um copo de água com açúcar para mim. Minhas mãos tremiam muito. Água com áçucar é um lance psicológico, eu sei, mas fez efeito. Fiquei mais calma. Respirei fundo e tudo voltou ao normal aos poucos. Depois de alguns minutos, dois carros da PM pararam ali porque uma funcionária ligou no momento que estava acontecendo o lance. Dois policiais desceram e fizeram algumas perguntas, o JP e um senhor tinham anotado as placas dos carros e puderam ajudar com esta informação. O policial perguntou detalhes físicos do cara que desceu armado, eu o vi porque a visão de onde estava sentada era a mais ‘privilegiada’ para a cena. O PM disse que há pouco tempo atrás tinha tido uma ocorrência com o mesmo carro, o qual estava atrás.
Enfim, depois ficamos falando sobre esta violência louca com duas mulheres que estavam na mesa ao nosso lado e como temos que nos comportar diante estas situações. O JP disse que agimos errado porque na hora que todos começaram a levantar e entrar na cafeteria, o cara armado olhou em direção para onde estávamos já que do nada começou uma movimentação que chamou atenção dele.
Não sei o que era, não quero pensar no que poderia ter ocorrido. Graças a Deus, foi apenas um susto.
Quando cheguei em casa, ouvi o recado de uma amiga na secretária eletrônica e retornei a ligação, ficamos papeando. Depois, peguei o livro que minha sogra me emprestou para ler, mas não consegui me concentrar. No fim, dormi e acordei quase 22hs, pelo menos não perdi a matéria sobre o Chico Xavier que queria muito assistir no ‘Fantástico’. Não queria ter dormido e fiquei com medo de não conseguir dormir mais, mas assistimos ‘Hiper tensão’, enrolamos um pouco e o sono surgiu.
Espero que esta semana seja boa!
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